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5 de jun. de 2014

DICAS DE VIAGEM, PARIS.












 Que delícia falar desse lugar. Paris, sempre Paris. Em qualquer época. Em qualquer circunstância. Ô cidade mágica. Nada é igual, e nem de longe parecida. Quem não conhece, precisa ter a chance de ir!!!!
Vamos às dicas. Passamos 5 dias e poderíamos ter passado 10, 20, 30 ... cada piscada é um flash. Vou listar, pois acredito que fica mais fácil de ler, ok?
(1) Transporte. O metrô de Paris possui 16 linhas, 14 + 2 menores. Foi o que usamos o tempo todo, além do trem (que usamos umas 2 vezes). Tudo muito rápido, fácil e barato. Usamos passes diários, que nos permitiam uso ilimitado. São 212km e mais de 300 estações. Adoro esse clima de subir e descer escadas admirando os franceses (ou o que quer que sejam), que se apressam para ir ao trabalho, às compras ou sei lá mais para onde. Muita gente elegante, bonita ... muita marmota (é quando a gente se diverte mais). Há sempre artistas tocando sax, violino, cantando ... para ganhar seus trocados. O tempo de espera dos trens nunca foi maior que 4 minutos. Íamos de um canto a outro e a qualquer hora, sem grandes dificuldades. E ainda digo mais, o fato de subir e descer escadas a cada estação ... favoreceu a queima de calorias da comilança parisiense.
(2) Praticamente não usamos taxi, só para ir ao aeroporto. Conhecemos um motorista na chegada e combinamos a corrida da volta com ele. Além do trem e metrô, demos um rolé de tuk tuk (20 minutos) por 25 Euros para aumentar a diversão. Através desse passeio, conhecemos a igreja de la Madeleine e o Grand e o Petit Palais. Enquanto os brasileiros mais abonados alugam Lamborghini e Ferrari, nós alugamos o tuk tuk (rsrsrs).
(3) Torre Eiffel. Impactante. Fizemos dois "stops", um à noite e outro durante o dia. Á noite, iluminada ... um visual romântico e belo. Mas, estava chovendo (garoando). Aliás, o tempo em Paris é assim ... chove e não molha o tempo todo. Adquirir um guarda-chuvas é uma condição para aproveitar os passeios. Mas, atenção ... o local é repleto de imigrantes ilegais que ficam comercializando souvenirs e produtos falsificados. A polícia está sempre realizando batidas para tentar espantá-los, mas eles voltam como formiga. Cuidado com bolsas e pertences.
(4) O Palácio de Versalhes é grandioso e uma super imersão na história francesa. Além da construção gigante, bela e luxuosa ... os jardins são uma obra a parte. Vale a pena. Essa atração foi a única que não conseguimos comprar com antecedência, pois o site não finalizava a venda. Por isso, gastamos mais de uma hora na fila para comprar o bilhete. Se puder, compre antes e evite esse tempo de espera. Estava frio e o que nos ajudou foi o sol que saiu por uns instantes e nos aqueceu durante uma parte desse tempo.
(5) Na saída do Palácio de Versalhes, almoçamos num restaurante próximo chamado Le Dolmen. Quero indicar, pois fomos muito atendidos e a comida era deliciosa. O francês, via de regra, oferece algumas opções de preço fixo no menu que consiste numa entrada, prato principal e sobremesa. E numa dessas escolhas, comemos super bem. O design é moderno e bom gosto e o paladar dos pratos acima da média.
(6) Outro lugar que adorei foi o White Café, próximo a Praça de Trocadero. Um espaço super bacana, todo branco, decor moderno, café delicioso, lanches saborosos e opções de sorvete e bebidas para take out.
(7) Montmarte é imperdível. A dica que recebemos foi ir num domingo. E assim fomos. Que lugar sensacional. O dia estava lindo e menos frio. Um bairro boêmio, bem movimentado e cheio de arte e uma atmosfera fantástica. Lá, visitamos a Basílica de Sacre Coeur. Uma muvuca nas escadarias ... que loucura. Em Montmartre, gastamos umas horinhas gostosas saboreando uma boa cerveja e curtindo um clima dominical exclusivo dali. Almoçamos num pequeno restaurante chamado Le Tire Bouchon. Super típico, música ao vivo ... um músico jovem no piano arrasou com um repertório maravilhoso. A comida não era destaque (comemos crepe, comum), mas o ambiente muito gostoso. Fica em frente ao famoso Le Consulat, que foi (no passado) frequentado por Monet e outros artistas famosos. Foi difícil encontrar lugar para almoçar, estava tudo lotado.
(8) Catedral de Notre Dame. Uhuuu ... incrivelmente gradiosa ... com suas 4 fachadas totalmente diferentes, é sem dúvida, uma atração imperdível. Fica na Île de La Cité, uma das ilhas do rio Sena. Tivemos a chance de entrar na catedral no momento em que estava iniciando a missa do domingo, com todo ritual católico. Emocionante!
(9) Arc de Treomphe e Champs Elysees. Lotação geral. Mas, também imperdível passear por ali. Gente do mundo inteiro circulando e fazendo filas enormes para entrar nas lojas ... Laduree, Louis Vuitton ...
(10) Tivemos a sorte de estar em Paris quando aconteceu a exposição Guerre et Pais, de Cândido Portinari, no Grand Palais. Puxa, valeu a pena. Tudo lindo, organizado e muito orgulho do nosso artista brasileiro.
(11) Museu do Louvre. Fizemos um roteiro compacto, pois você pode passar uns 3 a 4 dias nos corredores do museu para conseguir dar conta de tudo que tem por lá. São mais de 35 mil obras permanentes. Uma monstruosidade. Esse roteio foi uma indicação valiosa de uma revista brasileira, mas meu marido jogou fora e eu fui tonta e não anotei para compartilhar aqui. No entanto, é inegável que a melhor coisa é definir previamente o que você deseja ver na sua visita, priorizando e indo direto em cada uma. A Mona Lisa é incomparavelmente a obra mais fotografada, mais assediada e mais muvucada. Mas é um "tem que ver". A gigantesca obra da Coroação de Napoleão é bastante assediada também, assim como a Vênus de Milo e os escravos de Michelangelo. Enfim, o Louvre não é o maior ... mas é o museu mais visitado do mundo. E, a maior coincidência do mundo ... encontrei lá, andando pelos corredos, uma antiga colega de trabalho e leitora do Opinobox. Eu não ganho na loteria, mas encontro uma amiga no Louvre. ;)
(12) HOTEL. Ficamos hospedados no Ibis Paris Porte de Versailles, em Mairie D'Issy. Não era muito próximo às atrações turísticas, mas tinha uma estação de metrô na esquina e um Monoprix (supermercado francês) na mesma quadra, além de boulangeries, patisseries e muitos restaurantes e lanchonetes. Adoramos, por isso estou trazendo a dica aqui.
(13) COMPRAS. Não fiz, quase. Marido não me dava nem 5 minutos ... usamos nosso tempo passeando, curtindo, andando, explorando, bedendo vinho e cerveja, comendo. Aliás, ainda bem que fiz as minhas compras de maquiagem na Itália, pois em Paris, achei os preços mais altos.
Foi uma viagem incrível, com companheiros maravilhosos, que nos acompanharam em tudo sem o menor stress. Aliás, essa é outra dica. Para viajar, precisamos encontrar companhias que combinem conosco, de forma a aproveitar bem todos os passeios e escolhas. O planejamento, pesquisa, reuniões, compras antecipadas, orçamentos definidos com margens ... e sorte, que também nos acompanhou durante toda a viagem.
Recomendo demais:
(1) TRIP ADVISOR.
(2) GOOGLE MAPS E GOOGLE EARTH.
(3) HOTÉIS.COM E BOOKING.COM
Com eles, tudo ficou mais fácil.
Para ver as dicas dos outros lugares que visitamos nesta mesma viagem, clique a seguir:
1) ROMA
2) FIRENZE E TOSCANA.

AINDA NÃO REVISEI O TEXTO. FUI ESCREVENDO E POSTEI. DEPOIS TIVE QUE SAIR CORRENDO POR CAUSA DE UM AGENDAMENTO. Na volta, farei a revisão.

3 de jun. de 2014

DICAS DE VIAGEM, FIRENZE + TOSCANA, ITÁLIA









Nossa ida a Firenze foi uma escolha muito feliz. A cidade é a maior da região da Toscana e possui quase 400 mil habitantes. Belíssima. Considerada o berço do Renascimento italiano, Firenze possui um centro histórico de deixar qualquer turista enlouquecido com tanta obra, tanto monumento, tanta arte. 
O hotel que escolhemos foi o Villa Betania. Pesquisamos no Hotéis.com, Trip Advisor e Google Earth. Ficamos muito felizes, pois o hotel era excelente. Quarto super grande, banheiro nem se fala. Estava bem avaliado no Trip Advisor e pagamos um ótimo valor pelas diárias. O café da manhã, sempre gostoso e aconchegante. Há uma área externa com mesinhas que os hóspedes podem usar para contemplar o ar puro e matinal. Uma delícia. 
Firenze não possui metrô, então, andamos muito de ônibus para ir do hotel ao centro histórico. Aliás, foi muito divertido e sempre muito fácil, rápido e eficiente. A dica é comprar o ticket múltiplo, pois você pode usar várias vezes ao dia e fica mais barato que os bilhetes avulsos. E esse bilhete é vendido nas tabacarias, sai mais barato que comprar diretamente ao motorista. No centro histórico, o deslocamento é  pé mesmo. Não tem outra opção, a não ser bicicletas ou scooters. Prepare o tênis, pois a andança é grande e vale a pena. 
Uma coisa que fizemos questão de fazer foi almoçar na Tratoria Mario (localizado no centro histórico), super bem avaliado no Trip Advisor ( 91% recomendam). É uma muvuca só. Se você não gosta de ambientes pequenos e cheios, melhor esquecer essa dica. As mesas são compartilhadas com os outros clientes e a fila para entrar é inacreditável. Aguardamos 45 minutos para sentar. Isso porque resolvemos colocar o nome na lista às 14:30h. Enfim, foi uma espera compensadora, pois ADORAMOS tudo. Apesar do barulho, é gostoso, é divertido, é típico, é local. Comemos a famosa bisteca fiorentina, com o vinho da casa e papati. Quem não gosta de carne mal passada, é só pedir para fazer ao ponto ou bem passada. Vale a pena, é uma delícia!!! Um outro lugar que comemos super bem foi o Il Teatro Ristorante/Pizzeria. Eu pedi um risoto de gorgonzola com maçã verde que estava uma coisa!!!! Também fica no centro histórico.
Das atrações que contemplamos, destaco o PALAZZO VECHIO e a CATHEDRAL DUOMO. Esta última é de cair o queixo. Incrível!!! Mas, gostaria realmente de destacar o MERCADO CENTRAL - Il Mercati Centrale di Firenzi. O primeiro pavimento é um mercado comum, com carnes, peixes, lanchonetes, frutas, verduras, flores. Agora, a parte de cima, totalmente reformada, é um espaço muito bacana para almoçar ou comer beliscos. São diversos boxes com opções de comida e bebida. Um deles me chamou a atenção pela  comida leve, saborosa e saudável. Um rocambole de mozzarella de bufala com tomate, manjericão, atum e milho. Nossa, uma delícia. Ao lado dele, um box com queijos de todos os tipos, vendidos no peso. Compramos alguns para beliscar e saborear com cerveja. Amei muito esse lugar!
Quero também destacar a visita a Galleria Uffizi, um dos mais famosos museus do mundo. Agendamos o horário de visita e gastamos horas do nosso dia admirando obras de Leonardo da Vinci, Botticelli, Michelangelo, Tiziano ... 
Alugamos um carro por dois dias e demos um rolé pela região da Toscana. Fomos a uma cidadezinha chamada Volterra, a poucos quilômetros de Firenze. Lá, vale a pena conhecer a comunidade que vive em torno da área murada. Tudo em pedra, cujas construções são do século XII. Gostamos tanto que resolvemos almoçar por lá. Escolhemos um restaurante bem a cara da "Toscana", chamado Il Porcellino. Adoramos. De lá, decidimos dar uma esticadinha até Cecina para ver o Mar Mediterrâneo. Em seguida, fomos rapidamente à Pisa para ver a torre pendente. Um passeio rápido, mas que valeu a pena demais. Voltamos a Firenze, e no dia seguinte fomos conhecer Siena. E lá passamos o dia inteiro, voltando no final do dia. Foram dias maravilhosos, com um friozinho gostoso de manhã cedo, muito sol e calor durante o dia. À noite, temperatura ideal para o ser humano viver bem. 
E para finalizar, uma coisa que não posso me esquecer de comentar: o centro histórico reúne lojas de todo tipo, das mais caras e "chics" - como Prada, Chanel, Dior, Gucci, Hermés ... as mais simples e pequeninas. Restaurantes e sorveterias por todos os lados. Pessoas indo para o trabalho de bicicleta, a pé, de moto. Uma delícia!!!!!!!!!! Só não deixe de ficar com um olho no peixe e o outro no gato, pois há espertalhões, ciganos, estrangeiros ... todos esperando um relaxo seu para furtar ou te enrolar. É só ficar esperto!!! 

29 de mai. de 2014

Dicas de Viagem | Roma, Itália






Olá, pessoal. Quanto tempo, não? Saudades do blog, de vocês, dos posts. Já de volta e ansiosa para compartilhar as novidades, começo hoje com uma série de dicas sobre a nossa viagem de férias. Um tour de 15 dias pela Itália e França. Uma viagem realmente inesquecível. E por que não dividir com vocês algumas coisinhas interessantes, né? Vou procurar ser objetiva, pois raro é aquele que dispõe de tempo para ficar traçando leituras longas. Vou listar as dicas, numerando-as e falando brevemente sobre cada uma.

(1) Nossa viagem deu certo em tudo. Vôos, reservas, hotéis, comes e bebes, atrações, transporte, companhia. Temos realmente que agradecer, pois o que planejamos ... aconteceu certinho. E temos convicção que o planejamento foi o grande fator de contribuição para o êxito. Fizemos pesquisas prévias e nos reunimos para definir roteiro e compra/reserva de hotéis, bilhetes, etc.
(2) Compramos antecipadamente todos os ingressos que podíamos, através dos sites. E tudo funcionou conforme esperávamos.
(3) A compra do ROMA PASS foi uma das melhores escolhas que podíamos ter feito. Com ele, tivemos acesso ilimitado (durante 3 dias) ao metrô, ônibus, trem e bondinhos em Roma. E ainda, acesso a várias atrações turísticas, inclusive o Coliseu (e você ainda fura a fila, passando na frente de uma multidão que se aglomera para comprar o bilhete de entrada). Pelo valor de 30 Euros, compensou demais. Usamos e abusamos. Recomendo muito para quem pretende fazer turismo em Roma. Chegamos no Aeroporto Fiumicino e pegamos um trem de lá até a Estação Termini. Chegando lá, pegamos um táxi até o hotel. O busão custou 10Euros (se não estou enganada). E o táxi, mais uns 10Euros - só que eles cobram por volumes de bagagem, adicionando ao valor da corrida.
(4) O hotel que escolhemos, de acordo com nossa disponibilidade orçamentária e interesse de localização foi o LlOYD. Consultamos o Trip Advisor para saber a pontuação dele segundo os hóspedes que já tiveram por lá. E também, fizemos a pesquisa pelo Google Earth para visualizar como era a vizinhança. E descobrimos que tinha farmácia, padaria, restaurantes e supermercados na mesma quadra dele. Isso foi um ponto importantíssimo para nós. Tem um Carrefour Express a poucos metros e fomos algumas vezes fazer umas comprinhas lá. Há uma farmácia exatamente na frente do prédio do hotel. O quarto era ótimo, cama enorme e super confortável. Lençóis bem limpos e macios. Banheiro grande e espaçoso. Atendimento excelente. O café da manhã. incluso na diária, era ótimo. Para ir de lá ao metrô, pode-se usar um bondinho que passa bem pertinho e leva até a estação mais próxima. 
(5) Comprar o ingresso do Vaticano antecipadamente e agendar o horário da visita foi outra coisa certíssima que fizemos. A fila era "imoral". Gigantesca mesmo. Com o agendamento e o ingresso em mãos, não enfrentamos fila alguma. Almoçamos muito bem num restaurante nas imediações do Vaticano, chamado Ristorante Dal Toscano. Sempre um antipasto para entradinha, e depois o prato principal.
(6) Quem curte um sorvetinho ... a Itália tem sorveteria à vontade para você escolher. E os sabores são sempre atraentes. 
(7) Paradinha para tomar uma cafê? O café italiano é super forte e a xícara, das pequeninas, vem com apenas um dedinho de café. Muito curtinho mesmo. Até coloquei uma foto nas imagens acima para vocês verem como era pouquinho.
(8) Eu errei e não levei tênis, pois não curto usar tênis. Só na academia ou nas corridas de rua. Mas, levei um par de sapatilhas na bolsa ... e sempre que cansava, trocava ... as ruas são antigas, pedras desiguais ... e só o velho tênis conforta. Mas, eu resisti e não comprei ... ;)
(9) Roupas. Calça jeans foi a companheira de quase todos os dias. Levei apenas duas e revezava. Como o clima oscilava e amanhecia sempre bem frio, saíamos com roupas em camadas. À medida que o tempo ia esquentando, íamos tirando. A camiseta segunda-pele é um salva-vidas. E uma mantinha/pashmina na bolsa sempre era acionada quando vento e o frio começavam a incomodar.
(10) Come-se muito bem em Roma. Massa, claro. Abusamos das opções mais populares na cidade. O spaghetti cacio e pepe, super tradicional prato romano, guarnecido com queijo e pimenta do reino. No primeiro dia, fui inventar de escolher uma massa com funghi e me ferrei. Não tinha nada a ver com os pratos de funghi que estamos acostumados a comer no Brasil. Aprendi e passei a escolher só opções populares na Itália: (a) cacio e pepe, (b) spaghetti all'amatriciana, (c) pomodoro e basílico e (d) carbonara. Acompanhando sempre um bom vinho (branco ou tinto) ou cerveja #adoro. Ah, e os antipastos são de ajoelhar ... mozzarella de bufala com pomodoro e basilico, as bruschettas, os legumes grelhados ... nossa ... água na boca só de falar. 
(11) Das atrações de visitamos (vai ficar muito longo falar de cada uma. mas acho que vale a pena pelo menos listar):
(a) Vaticano, Museu e Piazza San Pietro; 
(b) Piazza del Popolo - de lá você podera visitar as duas igrejas separadas por uma rua apenas: a Santa Maria dei Miracolo e Santa Maria Montesanto. 
(c) Fórum Romano; 
(d) Monumento a Vitor Emanuel II; 
(e) Campo di Fiori, uma praça no centro de Roma, onde ocorre um grande mercado, tipo feira livre. 
(f) Cruzamos o rio Tigre e passeamos bastante pelo bairro de Trastévere. Muito bacana. Vale a pena conhecer. Descansamos e nos divertimos na Piazza di Santa Maria in Trastévere.
(g) Piazza di Spagna
(h) Via Venetto
(i) Pantheon
(j) Piazza Navona
(k) Fontana de Trevi (nunca vi tanta muvuca em torno desse lugar). O mundo inteiro tinha representantes ali, fotografando tudo. Até um casal de noivos, vestidos para a cerimônia, posando para fotos. 

IMPORTANTE: muito cuidado com os camelôs. Eles estão em grande quantidade, vendendo toda sorte de produtos em todas as atrações turísitcas. O que me chamou muita atenção foi o comércio de réplicas de bolsas de grifes caras, tipo a Louis Vuitton, Prada, Gucci e Chanel. São réplicas de baixa qualidade. Eles arrumam os produtos nas calçadas e abordam você, oferecendo barganhas loucas. Eu fiquei curiosa e fui avaliar a qualidade das réplicas. Muito fracas. Um vendedor perguntou de onde eu era e quando falei que era brasileira ... o sujeito me ofereceu uma  da LV por 200 Euros, pode? Eu sai rindo e disse que ele era louco. Ele foi atrás de mim e disse que faria por 55Euros. Eu nem dei bola, pois não queria mesmo. Ele insistiu e disse que toparia por R$35. Gente, é um desaforo isso!!! E assim, são tantas histórias para contar. Cuidado!!! Não dê ouvidos a esses ambulantes. Eles são treinados para enrolar. E ainda, cuidado com os vendedores de rosas. Eles praticamente forçam a barra para te presentear com uma rosa ... e depois, não descolam de você ... querendo um trocado. Toda atenção é pouca nas bolsas, carteiras e objetos valiosos.  

Dos restaurantes que experimentamos, vou listar os que acho que é uma boa indicar. No entanto, vale ressaltar que somos pessoas curtidoras de bares e lugares mais descontraídos, nada chic e sofisticado. Gostamos de tomar uma cerveja gelada ou um vinho gostoso, curtir um bom papo com amigos, comer beliscos e saborear um bom prato principal. Então, a indicação considera tudo isso, ok? Procuramos indicações com os próprios italianos, fugindo de opções muito turísticas.
(1) Tratoria La Montecarlo;
(2) Ristorante La Toscano;
(3) Ristorante Ai Balistrari (Cucina tipica romana)
(4) Ristorante I Butteri

Nosso destino pós-Roma foi Firenze. Fomos de trem (Estação Termini). Usamos a primeira classe e foi uma maravilha. Apenas queria comentar que fiquei um pouco estressada com o assédio de imigrantes egípcios e romenos na estação. Você tem que ficar muito esperto, pois um rápido descuido é suficiente para levarem suas malas. Atenção com os pickpockets (furtadores). Eles se aproveitam dos lugares cheios e muvucados para furtarem algo de você. Isso ocorre muito, sobretudo no metrô, ônibus, trem e estações, e nas atrações turísticas com grande aglomeração.

Enfim, Roma é uma grande cidade. Andar pelas ruas romanas é sempre uma surpresa a cada quadra. Você sempre se depara com ruínas que te transportam ao mundo antigo numa fração de segundos. Abasteça sua câmera com um memory card espaçoso e não poupe os registros. Depois você deleta o que não ficou legal. É incrivelmente fascinante. Um banho de cultura! 

Sobre a moda ... nossa ... dá de tudo. Muita mulher bonita e elegante. Muito homem charmoso. E muita marmota também. Sobre isso, falarei num post individual.

CURIOSIDADES:
(1) Como o italiano usa motos tipo Scooter. São tantas por todos os lados. Homens, mulheres, jovens, senhores e senhoras. 
(2) A bicicleta é também muita usada como meio de transporte. 
(3) Impressionada com a quantidade de carros "Smart" pelas ruas de Roma. Como são minúsculos, encontram vagas para estacionar facilmente.
(4) Cachecol foi uma peça do vestuário que praticamente toda a população estava usando na época que estivemos lá. Já na primavera, porém com temperaturas ainda razoavelmente frias, o "echarpe", "cachecol e os lenços são amplamente usados para aquecer. Um acessório que pouco usamos no Brasil, mesmo aqui em São Paulo, que nos permite usar bem durante o outono e o inverno. 
(5) Vi poucas pessoas usando botas de cano longo. Ao contrário das mulheres aqui em SP, as romanas usam muito botas baixas e de cano médio a curto. 
(6) Meia-calça sempre aquece e complementa o look quentinho das romanas. De todas as cores. Lisas ou estampadas. 

Ai gente, é tanta coisa pra falar dessa cidade. É, acima de tudo, uma imersão cultural sem tamanho. É preciso gostar de história antiga, coisas velhas, grandiosas e impactantes. Eu acho o máximo, mas quem não gosta, pense um pouco antes de escolher Roma como opção de passeio. Eu me senti um personagem da história antiga e vivi três dias de sonho lá. Aproveitei bastante e amei demais tudo.  

Próximo post da viagem será sobre a Toscana, com ênfase em Firenze, ok? 
Espero que tenham gostado. Vou guardar este post numa pasta chamada Dicas de Roma, na barra lateral à esquerda do blog, ok?